Comércio Eletrônico: o que não fazer – Parte 2: Flash

nãofaçaNo post passado, comentei sobre a importância do destaque para o campo de newsletter em sites de comércio eletrônico.

Agora a minha dica é a de não fazer sites de comércio eletrônico em Flash!  A navegação pode ser muito lenta, já que depende da conexão do usuário e de outros fatores para que o carregamento seja rápido.  Se ficar dando aquele ” carregando ” (loading) poucas pessoas tem paciência de ficar aguardando.  Além disso, normalmente a fonte é de difícil de leitura e dar scroll no conteúdo, exige muita habilidade.  O que era bacana pode acabar aborrecendo o usuário (a não ser que o site seja muito bem feito e o usuário tenha todos os recursos para acessá-lo e navegá-lo com facilidade).

Qual site vocês preferem navegar e ver produtos:  Victoria’s Secret ou Duloren (Flash)?  Se a Duloren vendesse neste site, seria fácil de comprar?

Como no comércio eletrônico ou qualquer outro site, o usuário está sempre a um clique de sair da página, você não pode arriscar perdê-lo com tanta facilidade.

Infelizmente muitos sites de moda utilizam este recurso achando que envolverão o cliente no clima “catálogo” da empresa.  Mas não acredito que isso aconteça.  E o pior é quando colocam alguma página de introdução para o site… Isso é tão antigo e fora de propósito.  A verdade é…  uma vez que o usuário tenha boas experiências em sites de comércio eletrônico com boa usabilidade e facilidade de navegação, ele quer repetir a experiência em outros sites, independente do segmento!

No entanto, o Flash, quando bem utilizado em banners e campanhas, pode ser um excelente recurso. A maioria dos sites utiliza a “TV Flash” para apresentar um rodízio de peças publicitárias e/ou provocar alguma interação dos usuários (Drogasmil, Mundo Terra, Wal Mart…) .  Neste caso, apóio fortemente o seu uso!

E vocês, o que acham disto?